
Ao ligar o celular pela manhã, já é possível checar as primeiras informações do mercado financeiro, conferir cotações e gráficos e comprar papéis pelo mobile broker. Antes de sair para o trabalho, pode-se pedir um táxi pelo aparelho móvel e informar que o pagamento não será por dinheiro, cheque ou boleto, e sim pelo próprio celular. Na hora de pagar a conta do almoço, basta aproximar o aparelho de um sensor e a transação é realizada quase instantaneamente, sem a necessidade de recibo ou assinatura (assista ao vídeo abaixo). Este cenário de inovação e mobilidade já começa a ganhar força no Brasil, com o celular roubando espaço de papéis e plásticos e se tornando um importante meio de pagamento.
Na comparação do preço por minuto da ligação, os planos pós-pagos normalmente são mais vantajosos do que os pré-pagos. O problema é quando se ultrapassa a franquia: a conta pode subir a valores bem altos, e o que era um benefício se transforma em uma bela desvantagem. Muita gente ainda tem surpresas no fim do mês por causa disso.
“Antes de mais nada, é preciso verificar se o plano de minutos é adequado ao perfil de uso e quais são os serviços mais utilizados”, aconselha Marta Aur, técnica do Procon-SP.




